domingo, 27 de junho de 2010

Inesperado

Este é um texto do Somos Todos Um - STUM:

Inesperado
:: Saul Brandalise Jr. ::

Se você não conta com o inesperado, jamais estará preparado para quando ele chegar... Alguém muito competente em entender a vida, como vivê-la e desfrutá-la, escreveu isso. Confesso que gostaria de ter sido eu... mas não fui.
Não contar com o inesperado é aceitar que a coincidência existe.
Não contar com o inesperado é achar que as pessoas chegam até nós por obra do acaso.
Não contar com o inesperado e imaginar que as melhores coisas da vida são por obra de um grande arquiteto, e que nós jamais somos merecedores, é pura miopia cósmica.

Não contar com o inesperado é, portanto, uma nítida demonstração de que não conseguimos "ler, entender e interpretar" a vida. E tudo o que passamos, tem a ver com alguém, com eventos pitorescos e nunca sobre o fato que somos Causa e Efeito de nossas colheitas.
Desta forma, precisamos efetivamente nos darmos conta de que somos agora o que decidimos ser até o segundo anterior no qual vivemos.
Nossa vida não é uma caixa de surpresas. Efetivamente, é feita de escolhas que nascem em nossos pensamentos e depois se concretizam em nossas verbalizações e atitudes.

Nosso pensamento é uma verdadeira flecha disparada... Ela vai atingir o alvo e muitas vezes este alvo tem a forma de algo INESPERADO.
Depois que aceitei esta verdade, percebi que tudo tem uma razão de ser. Que as pessoas que chegaram inesperadamente dias atrás... bem, eu havia pensado e falado sobre elas.
Que o local aonde eu sempre quis ir, acabei por conhecê-lo porque a energia do meu pensamento me direcionou até lá.
Que os milagres existem porque nós os construímos. Na realidade, nenhum milagre acontece sem que façamos a nossa parte.

Quando oramos, não importa a forma, estamos construindo uma energia muito forte. Depois é só dar alguns passos no sentido do pedido, que as coisas acabam acontecendo. Agora, só orando, sem direcionarmos o pensamento, nada acontece.
Quando descobri que qualquer música é um Mantra, procurei trabalhar ouvindo uma composição calma e serena. Existe uma diferença considerável entre barulho e música. Assim como existe uma diferença enorme entre o que chamamos de coincidência, inesperado, acaso e lei de retorno.

Nada, absolutamente nada em nossa vida é obra do inesperado. Tudo tem uma razão de ser. Saber entender isso é o mesmo que estar preparado para ler os sinais da vida. Cada pessoa que chega até nós traz uma mensagem que precisa ser decifrada e entendida. No mínimo, são professores de como não se deve fazer.
No momento em que alguém chega, pode ser até uma mensagem avisando sutilmente que temos que parar de fazer o que estávamos realizando, porque o resultado poderia ser tremendamente negativo.

Precisamos substituir a interpretação da palavra inesperado por sinal. Precisamos nos darmos conta que a vida é escolha. Eu escolhi e escolho ser o que sou. Se pretender construir algo novo em minha vida, tenho obrigação de fazer aquilo que nunca fiz. É assim que o inesperado vem.

sábado, 26 de junho de 2010

Humor...

Pérolas no tribunal:

Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando
acordou aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, 'Onde estou, Bete?'
Advogado : E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.

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Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Testemunha: Sim.
Advogado : Que idade ele tem?

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Advogado : Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela
foi tirada?

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Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?

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Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a
examinar o corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não.... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque
eu estava fazendo aquela autópsia nele.

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Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a
autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito
em algum lugar!!!

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

"Rapidinhas"...

"E viveram felizes... para sempre...
E eles estavam livre da perfeição que só fazia estragos..."

Nando Reis



"Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09/1998: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado."

Martha Medeiros


"Seja realista: faça planos contando com um milagre."
  
Bhagwan Sheree Rajneesh



"Nada é permanente nesse mundo cruel. Nem mesmo os nossos problemas."

 Charles Chaplin 

domingo, 20 de junho de 2010

Strip tease - Martha Medeiros

Inevitável falar no assunto. Relacionamento. Estamos nos relacionando o tempo todo, com o mundo a nossa volta e o nosso mundo interior. Cada um do seu jeito, cada um com seus anseios, sonhos e necessidades. 
Estava lendo textos de Martha Medeiros e achei este bastante interessante. Compartilho com vocês:


"Strip-Tease
Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer. Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos. Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender.

Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente.
Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.

Primeiro tirou a máscara: "Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto".

Então ela desfez-se da arrogância: "Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história."

Era o pudor sendo desabotoado: "Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou".

Retirava o medo: "Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei".

Por fim, a última peça caía, deixando-a nua.
"Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui".

E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca."
Martha Medeiros

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O "dialeto" da Copa da África

Cada Copa do Mundo tem as suas peculiaridades. Mas temos que convir que esta copa, em especial, é muito rica em detalhes especiais.
O povo da Africa do Sul possui uma história recente bastante complicada (apartheid) que foi superada politicamente, mas está ainda muito presente no seu dia a dia.
Mesmo assim, o que vemos predominantemente é o lado bonito de todo o povo africano: o colorido, a dança, o cantar, o barulho, a alegria!
Envolvidos por este clima, entramos no "dialeto" da Copa: 




corneta virou "vuvuzela"(pode vir do Zulu "fazer barulho")*








bola de futebol é "jabulani"  (que significa Celebrar em isiZulu)




E por aí vai.
Futebolisticamente falando... bom... tenho a minha opinião, mas os comentários, deixo para os especialistas!
Sigo na torcida pela seleção brasileira, pelo gaúcho Dunga e pelo pelotense Michel Bastos!



* A origem da vuvuzela é muito antiga. Ela é originária de tribos ancestrais sul-africanas e servia para convocar reuniões. Foi produzida na versão plástico, em massa, e deve ser soprada forte para imitar uma sirene ou um elefante. Fonte: Wikipédia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vuvuzela

Viviane Guerra

domingo, 13 de junho de 2010

Hoje, 13 de junho, é dia de um dos santos mais populares: Santo Antônio. Por isto, trago um pouco de sua história:


"Santo Antonio nasceu em Lisboa, Portugal, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo em 15 de agosto de 1195. Morreu dia 13 de junho de 1231. Frei Antônio tinha apenas 36 anos de idade.
O povo brasileiro, assim como o português, inclui nas virtudes do santo que se festeja a 13 de junho, a de milagroso casamenteiro.
Haverá quem diga que descobrir um noivo arisco é atribuição do advogado das causas perdidas. E Santo Antônio é, também, como se sabe o advogado das coisas inencontráveis.
Em Minas, corre de boca em boca uma lenda que, certamente, tem contribuído muito para que se alastre entre os montanheses a crença nos méritos de Santo Antônio de Lisboa, ou de Pádua, como providencial casamenteiro.
Conta-se que uma jovem muito linda, mas cansada de esperar por um noivo que não chegava, já desesperançosa de encontrar marido, se apegou com Santo Antônio. Foi ao santeiro da cidade, adquiriu uma imagem daquele pio varão que no século chamou-se Fernando de Bulhão, fê-la benzer, colocou-a
no oratório e ali lhe levava, todos os dias, o seu fervoroso responso, as flores que colhia no jardim e o vintenzinho de promessa.
Mas, passaram-se semanas, meses, anos… e nada.
O noivo não aparecia, nem se falava na redondeza que algum mancebo ou mesmo, à falta de outro, algum velhote ricaço se tivesse por ela inclinado. Certa vez, depois de consultar o espelho e ter descoberto prenúncios de pés de galinha, se pôs a lamentar da ingratidão do santo, chegando mesmo a ser repreendida pela progenitora. E, desapontada pelo poder miraculoso do taumaturgo, toma a imagem e, no auge do desespero, atira-a pela janela a fora.
Passava na rua, naquele momento, um jovem cavaleiro que a recebe, em cheio, sobre a cabeça. Apanha-a, intacta e sobe a escada do sobrado, de uma de cujas janelas partira a imagem. Vem recebê-lo, por notável coincidência, a formosa e geniosa donzela. Apaixona-se por ela o cavaleiro e, tempos após, acabam casando, naturalmente por milagre do santo.
Depois dessa estória, o santeiro da cidade não mais teve mãos a medir…"
Fonte: site "As Novidades"que postou fragmento do livro de Lindolfo Gomes.Contos populares.1918

sábado, 12 de junho de 2010

Um breve pensamento






"Na vida, a realização encontra em seu caminho oposições constantes, mas necessárias ao progresso. A oposição ao solo, sobre o qual o rio deve abrir caminho, é o que dá força à correnteza. É o solo que forma as barreiras. O espírito de luta pertence ao gênio da vida"
Rabindranath Tagore

terça-feira, 8 de junho de 2010

O frio...

Devo dizer a vocês que gosto do verão e tenho meus argumentos. Dias mais longos, noites quentes que permitem passear, praia, roupas mais leves, são alguns dos motivos.






Mas, nasci no meu amado Rio Grande do Sul, onde temos mais dias de temperaturas amenas ou dias frios que dias quentes, então... o que fazer? Tentar ver coisas boas. Vamos a elas: comidas e bebidas de inverno (chocolate quente, fondue, sopas, vinho...), lareira ou fogão a lenha (quem tem, aproveite!), "lagartear" ao sol comendo bergamota ou laranja de umbigo, chimarrão ( na verdade, este vale para todas as estações), e por aí vai.





Uma coisa muito importante deve ser lembrada também: no inverno muitas pessoas sofrem devido a não ter roupas, cobertas e alimentação suficiente. Então, vamos ser solidários e participar de campanhas de doação de alimentos e roupas, ou mesmo doar diretamente a alguém. Caridade e solidariedade é combustível que aquece a quem precisa, e muito mais a quem pratica!





Viviane Guerra

domingo, 6 de junho de 2010

A Copa do Mundo vem aí!

Contagem regressiva...
Expectativa...
A convocação foi a melhor? Foi coerente? Vai funcionar?

Seja como for, só sabaremos a partir do primeiro jogo (Brasil X Coréia do Norte - 15/06 - 15:30).

Em época de Copa do Mundo até o mais indiferente sente o clima que fica no ar.
Lembro, desde a infância, das reuniões para ver os jogos, da emoção das vitórias, a decepção das derrotas... 
E em 1994? Aquele grito de "é campeão" que estava preso e foi libertado? E 2002, com o nosso Felipão? Quantas madrugadas insones, mas que valeram tanto a pena!
Em 2006... melhor não comentar...
Mas... o tempo passa e estamos novamente na torcida. Pipoca, quentão, cerveja, bandeiras, flâmulas, apitos, gargantas a postos.
Mais de 190 milhões de torcedores/técnicos em ação. Pra frente Brasil! Rumo ao hexa!!! E boa sorte ao pelotense Michel Bastos!!!


Viviane Guerra

Dica para acompanhar informações sobre a Copa 2010: http://blognacopa2010.blogspot.com/

sábado, 5 de junho de 2010

A música e a vida

Trazendo uma matéria do site "Fique Linda" chamado "O poder da música". Bom proveito!

"Diminuir o estresse, aumentar a energia ou relaxar. Basta saber usar o que toca nas rádios e nos CDs para montar a melhor trilha sonora da sua vida.Freqüentemente, a música é associada a eventos significativos da vida, e ultrapassa todas as línguas e barreiras culturais. Ela é muito mais do que diversão. Ritmo, harmonia e melodia são capazes de gerar sensações de calma, ansiedade, paz, medo; de alterar o comportamento das pessoas; e até de ajudar a tratar de problemas de saúde.
Uma das primeiras referências escritas sobre o poder da música aparece na Bíblia (I Samuel, capítulo XVI, versículo 23). Consta que Davi tocava sua harpa para aliviar a depressão e os ataques de fúria do rei Saul. Há séculos políticos, governantes e igreja usam a música em prol das suas idéias. A fim de ajudar a fixar fórmulas e teorias professores também fazem uso da música em suas aulas. Ninguém questiona o poder que ela exerce sobre o humor de cada um. Capaz de acalmar ou agitar, ela está sendo usada também cientificamente para curar. Pesquisas realizadas com modernos equipamentos de tomografia e ressonância magnética comprovaram que a música consegue alterar a atividade cerebral e influenciar o fluxo de neurotransmissores como a serotonina, que controla o humor e a sensação de prazer, e a endorfina e a encefalina, responsáveis pelo estado de bem-estar e de total relaxamento, respectivamente. Além disso, a música também consegue mudar a freqüência cardíaca e a respiratória. E mesmo sem saber dos seus benefícios ou talvez sem dar conta de seu poder, quase todo mundo usa, instintivamente, a música a seu favor. Escolhe as românticas para embalar o namoro, as mais agitadas para dar aquela energia antes da noitada e, na hora de dormir, liga o rádio baixinho e com melodias tranqüilas. Em geral a receita é mesmo essa: músicas menos dissonantes, como a erudita, trazem sensação de calma e tranqüilidade; já as ritmadas, como rock, causam euforia. Mas nem sempre isso dá certo. Para um adolescente, por exemplo, ouvir Bach (compositor usado na musicoterapia para relaxar) pode ser uma tortura. Os jovens normalmente se sentem melhor com músicas mais agitadas. A história e o gosto musical influenciam na sensação individual. Por isso, não desperdice esta dica. Escolha músicas que tragam boas sensações e lembranças agradáveis. Crie uma trilha sonora para usar em momentos de tensão ou para relaxar no final do dia. Você pode gravar apenas um trecho de cada música e ouvir essa fita pelo menos uma vez por semana. É como recarregar as baterias para o dia seguinte."

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O poder da dança

Não... não estou falando isto devido a "Dança dos famosos" do programa de domingo. Falo por saber o que a dança representa para mim, do bem que me faz, mesmo que só como espectadora. Hoje fui até a FENADOCE e tive a oportunidade de rever o espetáculo "Fascinio... todo tango" do Grupo Ballet de Pelotas. Fiquei realmente, como diz o nome do espetáculo: fascinada. A dança me faz muito bem... quando apenas assisto, para a alma, quando danço, para corpo e alma. Claro que o meu dançar é aquele espontaneo, leigo, e que admite todos os ritmos. E sei que isto não ocorre somente comigo. As vezes, enquanto me deliciava com a dança no palco, me permitia observar a reação dos demais na plateia e muitos estavam como eu. Tanto que ao final, várias pessoas aplaudiram de pé. Merecido. E como dizem as Frenéticas (copiadas por Lulu Santos): "Dance bem, dance mal, dance sem parar... Dance bem, dance até sem saber dançar". 
(http://www.youtube.com/watch?v=0Iy7__AcDbY) 
Viviane Guerra

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ansiedade, expectativas e decepções

Recebo textos interessantes do site STUM (Somos Todos Um) e pretendo compartilhar trechos de alguns. Hoje, trago aqui uma fala sobre ansiedade, expectativa e decepções. A ansiedade é um mal que aflige a todos nós, até por sermos cobrados de todas as formas, em todas as áreas, e mais ainda: nos cobramos tanto quanto somos cobrados! 

"(...)Quando nos liberamos da ansiedade e das expectativas, irrompem os acontecimentos. A vida realmente é muito sábia, extraordinariamente sábia! Somente quando tomamos consciência e nos libertamos é que a energia se aproxima e gera os contatos para que fortaleçamos os nossos sentimentos, nossa tomada de consciência, nossa percepção, reforçando de forma definitiva nossos posicionamentos. Os Mestres e Protetores são compassivos, amorosos e pacientes em nos esperar.(...)" Ansiedade, expectativas e decepções... por Jaime Benedetti

 O que acham?